Histórias Infantis sobre Gentileza
Histórias sobre tratar bem, acolher o diferente e não julgar ninguém pela aparência.
17 histórias disponíveis.

A Bela e a Fera
Bela descobre que dentro do castelo assustador mora alguém de coração gentil. Uma história sobre enxergar além das aparências.
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A Bruxa Boa e o Bolo de Chocolate Mágico
Nem toda bruxa é malvada! Dona Melinda prepara um bolo de chocolate tão mágico que espalha alegria pela vila inteira.
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A Cuca que Tinha Medo de Criança
Todo mundo dizia que a Cuca pegava criança. Ninguém sabia que ela atravessava a rua para não passar perto de uma.
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A Menina que Começou uma Corrente de Gentileza
Ana se mudou para a cidade grande e ninguém se falava no prédio. Então ela começou um experimento: perguntar o nome das pessoas.
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A Menina que Falava com a Chuva
Enquanto todos correm da chuva, Lara conversa com ela. E a chuva, que ninguém escutava, tem histórias lindas para contar.
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Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Vegetariano
E se o lobo não quisesse comer a vovó… mas sim aprender a fazer sopa de legumes? Uma releitura divertida do clássico.
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Dona Lentina, o Correio do Mar
A tartaruga mais devagar do oceano é também a única que entrega todas as cartas. Hoje, porém, chegou uma carta urgente — e todo mundo acha que ela não vai dar conta.
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O Caramujo e a Própria Casa
Tonico achava a casca dele pesada demais e sem graça nenhuma, e passou o verão inteiro querendo trocar por outra coisa.
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O Dragão que Assoprava Bolhas de Sabão
Um dragãozinho diferente não solta fogo — solta bolhas de sabão! E é isso que vai transformá-lo no herói mais querido do reino.
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O Gigante Gentil e a Cidade dos Sonhos
Todo mundo tem medo do gigante… até descobrirem que ele só quer ajudar. Uma história sobre não julgar pelo tamanho.
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O Leão e o Ratinho
O maior bicho da savana pegou o menor de todos entre as patas — e o menor fez uma promessa que arrancou do leão a maior gargalhada da vida dele.
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O Menino dos Cinco Pães
Havia milhares de pessoas com fome na encosta, e um menino com uma trouxinha de pão e peixe — que resolveu abrir a trouxinha.
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O Pinheiro Torto da Praça
Todo ano a cidade escolhia a árvore mais bonita para enfeitar. Este ano, por um engano, escolheram a pior de todas.
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O Presente que Ninguém Quis
Na mesa da troca tinha embrulho prateado, embrulho com laço dourado — e um de papel pardo, amarrado com barbante, que ninguém quis pegar.
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O Saci que Não Gostava de Assustar
Todo saci nasce para pregar sustos. O Juca nasceu com um problema: ele preferia devolver o chinelo perdido.
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O Vento e o Sol
Dois vizinhos muito antigos discutem quem é o mais forte do mundo e escolhem um viajante distraído para resolver a questão — sem nunca perguntar nada a ele.
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O Vilarejo Onde Cada Um Tinha Sua Cor
Em Colorim, cada família brilhava numa cor diferente. Davi era azul, Leo era amarelo — e ninguém imaginava o que aconteceria quando os dois virassem amigos.
Ler história →A grandeza dos gestos pequenos
"Por favor", "obrigado", "quer ajuda?", o lugar cedido, o sorriso para quem chegou agora: a gentileza mora nos detalhes — e é nos detalhes das histórias que ela se ensina. Os contos desta página mostram como um gesto pequeno muda o dia de alguém, e às vezes muda a história inteira. Diferente da bondade dos grandes momentos, a gentileza é hábito diário: não espera ocasião, cabe em qualquer tamanho de pessoa e, como toda criança descobre encantada, é contagiosa — quem recebe passa adiante.
Por que começar cedo
Gentileza é das primeiras pontes sociais que a criança constrói: antes de saber dividir sentimentos, ela já pode dividir o brinquedo; antes de entender empatia, já pode dizer bom dia. Os gestos vêm primeiro, o entendimento vem atrás — e as histórias aceleram os dois, mostrando o efeito que cada cortesia tem em quem recebe. Na hora de dormir, com o coração desarmado, a mensagem entra funda.
Missão gentil
Depois da leitura, experimente combinar uma "missão gentil" para o dia seguinte: uma só, pequena e concreta — dizer bom dia para o porteiro, guardar um brinquedo do irmão, perguntar se alguém quer ajuda. Criança adora missão, e a moldura de "missão" tira a gentileza do campo do dever ("seja educado!") e coloca no campo do jogo. À noite, na próxima história, ela vai querer contar como foi. E aí a página vira o que toda boa página quer ser: um hábito.