Contos Clássicos Infantis para Ler Antes de Dormir
Os contos clássicos da literatura infantil recontados em linguagem simples e carinhosa, do jeito certo para ler em voz alta na hora de dormir.
22 histórias disponíveis.

A Bela Adormecida
Um feitiço, um sono de cem anos e um castelo coberto de rosas. A história da princesa que o tempo inteiro esperou — e do amor que a acordou.
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A Bela e a Fera
Bela descobre que dentro do castelo assustador mora alguém de coração gentil. Uma história sobre enxergar além das aparências.
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A Pequena Sereia
No fundo do mar, uma sereiazinha sonha em conhecer o mundo da superfície. Até onde ela irá para seguir o próprio coração?
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A Princesa e a Ervilha
Uma noite de tempestade, uma visitante misteriosa e vinte colchões empilhados. Será que uma simples ervilha pode revelar uma princesa de verdade?
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A Princesa e o Sapo
Uma promessa feita à beira do poço muda tudo quando um sapo falante aparece no jantar do palácio. Uma história sobre cumprir a palavra.
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A Roupa Nova do Rei
Dois tecelões prometem ao rei um tecido que só os tolos não conseguem enxergar — e a cidade inteira resolve enxergar.
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Branca de Neve e os Sete Anões
A menina de pele branca como a neve encontra abrigo na casinha de sete amigos pequeninos. Mas o espelho mágico nunca mente…
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Cachinhos Dourados e os Três Ursos
Uma casinha na floresta, três tigelas de mingau e uma menina muito curiosa. O que acontece quando os donos chegam em casa?
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Chapeuzinho Vermelho
A menina da capinha vermelha atravessa a floresta para visitar a vovó. No caminho, um encontro que toda criança adora ouvir de novo.
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Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Vegetariano
E se o lobo não quisesse comer a vovó… mas sim aprender a fazer sopa de legumes? Uma releitura divertida do clássico.
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Cinderela — A Gata Borralheira
Entre cinzas e tarefas, Cinderela sonha com o baile. Com uma pitada de magia, uma abóbora e um sapatinho de cristal, tudo pode mudar.
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João e Maria
Dois irmãos, uma trilha de migalhas e uma casinha feita de doces. Uma aventura sobre coragem e o amor entre irmãos.
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João e o Pé de Feijão
João troca a vaquinha da família por cinco feijões mágicos. Na manhã seguinte, um pé de feijão gigante toca as nuvens…
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João e o Pé de Feijão: A Versão Brasileira
A história do pé de feijão como você nunca ouviu: com papagaios, cheiro de terra molhada e um jeitinho bem brasileiro.
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O Gato de Botas
Com um par de botas e muita esperteza, um gato promete transformar seu dono humilde no grande Marquês de Carabás.
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O Patinho Feio
Ninguém no lago queria brincar com o patinho diferente. Mas o inverno passa, a primavera chega — e com ela, uma surpresa.
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O Pequeno Alfaiate Valente
Ele pegou sete de um golpe e bordou isso no cinto. O problema é que o mundo inteiro entendeu outra coisa — e resolveu testar.
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O Soldadinho de Chumbo
Vinte e cinco soldadinhos nasceram da mesma colher velha — e o último, o de uma perna só, foi o que viajou mais longe.
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Os Três Porquinhos e a Casa Sustentável
Três porquinhos, três casinhas — e desta vez, com painéis solares e horta no telhado! O lobo que se prepare.
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Pinóquio — A História do Boneco que Queria Ser Real
Numa oficina de brinquedos, um boneco de madeira ganha vida — e um sonho: virar um menino de verdade.
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Pinóquio e o Teste da Verdade
O nariz de Pinóquio cresce a cada mentirinha. Hoje ele enfrenta seu maior desafio: um dia inteiro falando só a verdade!
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Rapunzel — A Menina da Torre
No alto de uma torre sem porta nem escada vive uma menina de cabelos compridíssimos — e um sonho de conhecer o mundo.
Ler história →O que é um conto clássico infantil
Clássico, aqui, quer dizer uma coisa simples: história que sobreviveu. São textos que vêm sendo contados há séculos, em geral nascidos da tradição oral e fixados por escrito entre os séculos XVII e XIX, e que continuam sendo lidos sem precisar de tradução cultural.
O acervo reúne clássicos de origens diferentes. Da França, com Charles Perrault (1697): Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, O Gato de Botas, A Bela Adormecida. Da Alemanha, com os Irmãos Grimm (1812): Branca de Neve, Rapunzel, João e Maria, O Príncipe Sapo. Da Dinamarca, com Hans Christian Andersen: O Patinho Feio, A Pequena Sereia, A Princesa e a Ervilha. Da Inglaterra, recolhidos por Joseph Jacobs no fim do século XIX: João e o Pé de Feijão, Os Três Porquinhos. E da Itália, com Carlo Collodi (1883): Pinóquio.
Por que ler os clássicos hoje
Por repertório, em primeiro lugar. Essas histórias estão em toda parte — em piadas, em filmes, em referências que a criança vai encontrar a vida inteira. Quem conhece os originais entende as brincadeiras feitas com eles.
E porque são histórias densas. Os clássicos não foram escritos para crianças em sentido moderno: nasceram como narrativas de comunidade, ouvidas por todas as idades ao mesmo tempo. Por isso tratam de assuntos sérios — perda, injustiça, medo, morte — de um jeito que histórias infantis muito higienizadas evitam. Bem contados, dão à criança um lugar seguro para encontrar essas coisas pela primeira vez.
Como lemos os clássicos aqui
Cada conto foi recontado por nós em português atual, mantendo o enredo da versão de origem. Suavizamos descrições violentas e vinganças cruéis que aparecem em alguns originais, mas não trocamos os desfechos nem inventamos personagens novos.
Todas as versões que usamos como base são de domínio público, e a seção Sobre esta história, em cada conto, diz qual é essa base — autor, país e ano de publicação.