Contos de Fadas: Histórias Completas para Crianças
Fadas, feitiços, castelos e finais felizes. Os contos de fadas que atravessaram séculos, contados para as crianças de hoje.
13 histórias disponíveis.

A Bela Adormecida
Um feitiço, um sono de cem anos e um castelo coberto de rosas. A história da princesa que o tempo inteiro esperou — e do amor que a acordou.
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A Bela e a Fera
Bela descobre que dentro do castelo assustador mora alguém de coração gentil. Uma história sobre enxergar além das aparências.
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A Pequena Sereia
No fundo do mar, uma sereiazinha sonha em conhecer o mundo da superfície. Até onde ela irá para seguir o próprio coração?
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A Princesa Aurora e a Decisão que Ninguém Esperava
Todo mundo conhece o beijo que acordou a princesa. Quase ninguém conhece o que ela respondeu quando o príncipe fez o pedido logo em seguida.
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A Princesa e a Ervilha
Uma noite de tempestade, uma visitante misteriosa e vinte colchões empilhados. Será que uma simples ervilha pode revelar uma princesa de verdade?
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A Princesa e o Sapo
Uma promessa feita à beira do poço muda tudo quando um sapo falante aparece no jantar do palácio. Uma história sobre cumprir a palavra.
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Branca de Neve e os Sete Anões
A menina de pele branca como a neve encontra abrigo na casinha de sete amigos pequeninos. Mas o espelho mágico nunca mente…
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Chapeuzinho Vermelho
A menina da capinha vermelha atravessa a floresta para visitar a vovó. No caminho, um encontro que toda criança adora ouvir de novo.
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Cinderela — A Gata Borralheira
Entre cinzas e tarefas, Cinderela sonha com o baile. Com uma pitada de magia, uma abóbora e um sapatinho de cristal, tudo pode mudar.
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João e Maria
Dois irmãos, uma trilha de migalhas e uma casinha feita de doces. Uma aventura sobre coragem e o amor entre irmãos.
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João e o Pé de Feijão
João troca a vaquinha da família por cinco feijões mágicos. Na manhã seguinte, um pé de feijão gigante toca as nuvens…
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O Gato de Botas
Com um par de botas e muita esperteza, um gato promete transformar seu dono humilde no grande Marquês de Carabás.
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Rapunzel — A Menina da Torre
No alto de uma torre sem porta nem escada vive uma menina de cabelos compridíssimos — e um sonho de conhecer o mundo.
Ler história →O que faz de um conto um conto de fadas
Nem toda história infantil é conto de fadas. O que define o gênero é a presença do sobrenatural tratado como algo normal: ninguém, dentro da história, se espanta com uma fada, um espelho que fala ou um sapo que faz pedidos. A magia não é o tema — é o cenário.
Os contos de fadas que conhecemos hoje vêm quase todos da tradição oral europeia e chegaram até nós por três coletâneas principais. Charles Perrault publicou a sua na França em 1697, e é dele que vêm a fada madrinha da Cinderela e o sapatinho de cristal. Os Irmãos Grimm, na Alemanha, publicaram em 1812 as versões de Branca de Neve, Rapunzel, João e Maria e do príncipe sapo. E o dinamarquês Hans Christian Andersen, a partir de 1835, escreveu histórias originais no mesmo espírito — A Pequena Sereia, O Patinho Feio, A Princesa e a Ervilha.
Por que essas histórias continuam funcionando
Elas são antigas e sobreviveram porque tratam de coisas que não envelhecem: ser preterido, ter medo, sair de casa pela primeira vez, descobrir que alguém não é o que parecia. A roupagem é de castelo, mas o assunto é doméstico.
Há também uma razão de forma. O conto de fadas tem estrutura muito clara — situação inicial, ruptura, provação, desfecho — e essa previsibilidade acalma. A criança sabe que a história vai fechar, mesmo quando o meio assusta. É por isso que funcionam tão bem na hora de dormir, e é por isso que as crianças pedem a mesma história dezenas de vezes: elas não estão querendo a surpresa, estão querendo a confirmação.
Uma palavra sobre as versões
Muita gente cresceu com adaptações de cinema e se surpreende ao voltar aos textos de origem. Rapunzel não tem lanterna nem coroa roubada; os sete anões dos Grimm não têm nome; a sereia de Andersen não se casa com o príncipe no final.
Nossas recontagens seguem os enredos originais, de domínio público, escritas em linguagem atual e com as passagens mais duras suavizadas — mas sem inventar outra história no lugar. Em cada conto, a seção Sobre esta história informa de onde ele vem e de que ano é a versão que serviu de base.