Histórias de Dinossauros para Crianças
Dinossauros gigantes e gentis em aventuras pré-históricas — a paixão da criançada em forma de história para dormir.
7 histórias disponíveis.

A Dinossaura que Guardava os Ovos dos Outros
Quando o vulcão acordou, todo mundo correu. Menos uma dinossaura, que ficou tomando conta de uma ninhada que nem era dela.
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O Dinossauro que Cabia no Colo
Ele era o menor de toda a manada, e passou o dia inteiro querendo ser grande — até chegar a hora de dormir.
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O Dinossauro que Não Sabia Rugir
No vale onde todo mundo rugia, o som da Ziza saía fino como um assobio — e ela treinava escondida atrás da cachoeira para ninguém ouvir.
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O Dinossauro que Tinha Medo de Trovão
Ele era o maior dinossauro do vale — e o único que se escondia atrás de uma samambaia quando o céu roncava.
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O Pequeno Dino que Não Queria Dormir
Água, mais uma história, o rabo está torto: um filhote de dinossauro sempre tem uma última coisinha antes de fechar os olhos.
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Os Dinossauros e a Última Fruta do Vale
A seca levou tudo, menos uma fruta dourada balançando no galho mais alto — e os três dinossauros que a queriam descobriram que nenhum deles chegava lá sozinho.
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Teo, o Dinossauro que Tinha Medo de Trovão
Quando o céu ronca, Teo treme até a ponta do rabo. Até a noite em que a mamãe ensina a ele o segredo dos contadores de trovões.
Ler história →Para o pequeno paleontólogo da casa
Poucas paixões infantis são tão intensas quanto a fase dos dinossauros — quem tem um especialista de quatro anos em casa sabe que não é exagero. Ela costuma chegar entre os 3 e os 6 anos e tem até explicação: dinossauros são grandes, fortes e um pouquinho assustadores, mas estão a uma distância segura de milhões de anos. A criança treina coragem e domínio — decorando nomes difíceis que os adultos erram — sem risco nenhum. É poder puro, em tamanho bolso.
O que você encontra nesta página
Aqui os tiranossauros, braquiossauros e velocirraptores ganham histórias para a hora de dormir: dinossauro que aprende a dividir, que tem medo de trovão, que procura um amigo do seu tamanho. Misturamos fantasia com curiosidades reais — tamanhos, hábitos, nomes científicos — porque criança que ama dinossauro adora conferir se a história sabe das coisas. E se ela corrigir a sua pronúncia de "pterodáctilo" no meio da leitura, deixe: esse envolvimento é exatamente o que transforma leitura em memória afetiva.
Rugido também dá sono
Parece contraditório, mas funciona: as histórias começam com rugidos e passos de abalar o chão — que a criança adora imitar — e terminam com o vale quieto e os bocejos jurássicos, na curva de desaceleração de todo o acervo. A energia gasta na primeira metade faz falta na segunda, e é aí que o sono entra. Leia o rugido com vontade; o final em voz baixa faz o resto.