Histórias de Natal para Crianças
Contos de Natal para ler em dezembro: neve, presentes, renas e o espírito de generosidade da época.
8 histórias disponíveis.

Original4–8 anos16 min
A Caixa de Enfeites da Vó Neide
No primeiro Natal do apartamento novo, a árvore grande não coube na sala e o Davi teve medo de que o Papai Noel não achasse a família. Foi a Vó Neide quem chegou de ônibus com uma lata velha cheia de jornal amassado.

Original5–10 anos18 min
A Noite de Natal no Sertão
Dalva só conhecia o Natal por uma figura de neve dentro de uma lata de biscoito — até reparar que o mandacaru do terreiro tinha formato de árvore.

Reconto4–8 anos15 min
A Primeira Noite de Natal
Uma viagem longa, uma cidade cheia, um estábulo emprestado — e uma estrela que ficou parada no céu a noite inteira.

Original4–8 anos16 min
A Rena que Tirou um Cochilo na Rede
Era o primeiro Natal da Pirueta puxando o trenó, e o calor do Brasil foi demais para ela. Quem cuidou da rena cansada foi uma menina de pijama verde, com a ajuda de todos os bichos do quintal.

Original4–8 anos14 min
O Pinheiro Torto da Praça
Todo ano a cidade escolhia a árvore mais bonita para enfeitar. Este ano, por um engano, escolheram a pior de todas.

Original4–9 anos16 min
O Presente que Ninguém Quis
Na mesa da troca tinha embrulho prateado, embrulho com laço dourado — e um de papel pardo, amarrado com barbante, que ninguém quis pegar.

Original4–9 anos18 min
O Sino que Perdeu o Som
Na véspera do Natal o sino da vila abriu a boca e não saiu nada — e quanto maiores as ferramentas que trouxeram para consertá-lo, mais calado ele ficou.

Original4–8 anos17 min
O Vaga-lume que Queria Ser Pisca-Pisca
No sítio da Vó Lurdes, um vaga-lume pequeno passou dezembro inteiro tentando piscar igual às luzinhas da árvore de Natal. Ninguém imaginava que ia precisar dele na véspera.
O mês em que a expectativa não cabe no peito
Dezembro tem cheiro, luz e — para as crianças — uma ansiedade boa que não cabe em lugar nenhum. As histórias de Natal desta página ajudam a canalizar essa expectativa para o que importa: generosidade, família, o prazer de fazer o bem. Tem conto de véspera, de rena atrapalhada, de presente que não chegou e de criança que descobre que dar é ainda melhor do que ganhar.
Na prática, elas também resolvem um problema conhecido de dezembro: criança elétrica demais para dormir. A história de Natal acolhe o assunto que não sai da cabeça dela — em vez de competir com ele — e o conduz devagarinho para a calma. É mais eficiente do que pedir para "parar de pensar no Natal".
Um calendário do advento de histórias
Nossa sugestão favorita: transforme a página num ritual de dezembro, com um conto natalino por noite, como um calendário do advento de histórias. A criança sabe o que vem depois do banho, a contagem regressiva ganha um formato tranquilo, e a véspera chega com um repertório inteiro de conversas sobre generosidade — não só sobre presentes.
E fora de dezembro?
Pode, e fica ótimo. Em qualquer mês do ano, uma história de Natal é um abraço quentinho antes de dormir — e em julho ela vem sem a ansiedade da véspera, o que às vezes é justamente o que a noite pede. Guarde as suas favoritas e volte quando quiser: o espírito da coisa não vence em janeiro.